« Beijá-lo de novo é como respirar o meu próprio ar, é fácil, simples, de um jeito que só nós temos. Sempre fomos assim. Entre nós não há nada de estranho, é como se sempre tivessemos feito parte da vida um do outro e nunca tivesse existido toda a distância que nos separa. Nesses momentos esquecemos o quanto somos tão diferentes, o quanto mudámos. Somos só nós.
Olhei para ele, estava a olhar o horizonte, o que eu dava para saber no que ele pensava. Aproximei-me, abracei-o e dei-lhe um beijo. Perguntei-lhe o que é que tinha, mas ele nada me disse. Deu-me um beijo na testa e fiquei com ele a olhar o mundo à nossa volta. O que eu daria para que tudo voltasse a ser como antes, mas descobrimos as nossas diferenças e isso separou-nos. »
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