Acordei às 2h e às 3h da manhã, como se esperasse alguma coisa, um sinal. Não sei de quem ou até porque razão. Acordei às 6h30 e qual não é o meu espanto tinha uma mensagem no telemóvel. Tinha sido enviada às 4h30. Começei a lê-la sem compreender bem o que estava ao certo a ler, pois tinha acabado de acordar, quando aquelas palavras que tive que ler vezes sem conta fizeram sentido na minha cabeça:
"(...) Nunca te esqueças (...) Acho que vou para (...) tenho ojectivos na minha vida (...) Nunca te vou esquecer (...)"
Apenas segundos depois me dei conta que uma lágrima caíra sem eu a ter chamado. Eu compreendia porquê. Já passaram 7 anos desde que o conheci, sempre por pouco tempo. Mesmo assim a distância não me impediu de ter gostado dele. Não me impediu de ter voltado a começar a gostar dele mais uma vez ao fim de tanto tempo. Mas logo na altura que começei a gostar dele, foi a altura em que tive que o deixar. Tantas vezes lhe pedi a brincar para me 'raptar', para me levar com ele para longe de tudo. Desta vez também lhe custou, pela primeira vez percebemos como temos uma ligação forte. Infelizmente a minha vida sempre foi aqui e a vida dele sempre foi lá, onde sempre sonhei viver e espero um dia fazê-lo.
Nunca foi opção deixar aquele lugar nostálgico, mas tinha que o deixar. Tantas vezes o deixei e agora é a vez dele. A nossa vida é assim, caminhos que se cruzam, mas que são sempre separados pelas circunstâncias diferentes em que vivemos.
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