"Quem pensa muito, atormenta-se demasiado."




É sem dúvida uma frase que eu considero verdadeira a muitos níveis. O facto de ter pegado numa frase tão pequena, vai-me fazer escrever talvez demasiado. No entanto, esta frase nem sempre se aplica a tudo, mas a uma grande maioria direi que sim. Às vezes ñ são os outros que nos complicam a vida, mas sim nós mesmos, quando nos atormentamos a pensar, massacramos a nossa mente, damos demasiada importância a um facto, até nos deixamos envolver e prender por esse pensamento, por esse acontecimento. Temos que aprender a controlar, a libertar-nos de algo q faz mal ao nosso consciente. Ñ estou a querer dizer q devemos fugir do problema ñ pensando nele, mas secalhar tentar ver por várias perspectivas, mas ñ mexendo tanto nele, a toda a hora. Surgirá sempre a altura de reflexão, ela virá ter connosco. É preciso tempo é verdade, mas nem sempre o temos. Adiar o problema também ñ é solução, mas se o tentarmos minimizar da melhor maneira, tentando ñ deixar q ele nos controle ao ponto de nos sentirmos a fracassar. Isto sim, é realmente um tormento. E certamente já todos passámos por isso, de maneiras diferentes. Mas o tempo e a dedicação em q trabalhamos nesse pensamento é um factor importante para uma recuperação.



Tanto falo, mas eu própria penso demasiado por vezes. Sempre q tenho tempo, é algo q faço. Penso em precipitações, porque sou perita em tal coisa. E mesmo sem me aperceber, eu tenho tentado minimizar este meu aspecto sem pensar muito, sem lhe dar tanta importância. Pois quando dava demasiada importância eu caia no fundo. Mas o meu consciente está a dedicar-se a melhorar este meu defeito, a ñ falhar tanto. Por isso, agora limito-me a pensar no q tenho para resolver e ñ descanso enquanto ñ estiver resolvido. O tempo tem-me dado respostas, à qual ñ posso negar, q me custam, q me magoam, mas q outra opção seria prejudicial e arriscada ñ só para mim mas para pessoas q me rodeiam. E é nelas q penso. Porque essas pessoas tão a cometer o mesmo erro q eu cometi, atormentam-se a elas mesmas ao pensarem demasiado no q ñ deviam. Tais pensamentos massacram-lhes a alma, prendem-nos e ñ conseguem ver saídas, por mais portas q haja q ñ precisam de chave para abrir, porque estão apenas fechadas e ñ trancadas. Sabem q se quissesem sair, conseguiriam, mas são eles próprios q se prendem e ñ querem abrir nenhuma das portas, porque acham q a sua felicidade depende daquele cubículo em que vivem na sua própria mente. Ñ direi mentes limitadas, mas sim apenas adormecidas.

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