Muitas vezes não pensamos no que dizemos. E muitas vezes nos lembramos do que poderíamos ter dito, as possibilidades de resposta são tantas que por vezes não pensamos na mais acertada no momento em que somos confrontados. Gastamos palavras que poderíamos poupar, tal como muitos que gastam a palavra "amo-te" vezes sem conta, sem sequer saber muito bem o que é na realidade. Apenas têm ideia, tal como eu. Mas a ideia de momento pode não ser a mesma futuramente. E depois interrogamo-nos como é possível alguma vez termos gostado de alguém, daquela pessoa. Olhamos para o tempo, para o passado e ficamos abismados como perdemos tanto tempo a cuidar de alguém no nosso coração que não soube cuidar de nós. A verdade é que não nos serve de nada pensar no que passou, mas sim pensar no que podemos melhorar no futuro. Limitamo-nos muitas vezes a criar a tal barreira que construímos com muito cuidado dentro de nós, até voltarmos a deixar entrar alguém que quebre essa barreira. A barreira tem um nome: confiança. Quando confiamos em alguém para cuidar de nós, não sabemos que podemos tar-nos a meter num grande buraco. Por vezes não conhecemos o suficiente. E quando damos por nós, estamos a procurar um porto de abrigo. Mas não é assim que resolvemos o que nos vai na alma. Só reflectindo, durante um tempo, construindo a tal barreira. O pior disto tudo, é q nunca conhecemos realmente alguém. A vida é um desafio, se não arriscarmos, nunca iremos saber o que está por detrás duma outra vida.

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