Eu senti-me como se tivesse num sonho, porque muitas vezes eu sonhara com este momento, por isso, não passou de um sonho real, em que por instantes senti-me flutuar e pensei muito na sorte que finalmente tinha, mas essa sorte não duraria para sempre. O sonho transformou-se em pesadelo e quando acordei estava lavada em lágrimas, a respirar ofegantemente, com a realidade à minha frente. Eu estava ali, sozinha, a olhar para o vazio, o vazio que sentia dentro de mim e que durante muito tempo não foi preenchido, só lá estava a tua ausência. E eu aprendi a viver assim, não tive outra hipótese.
P.
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