Lembro-me do luar maravilhoso daquela noite, onde o meu coração palpitava desenfreadamente, sem saber o que sentir ou como sentir. Só desejava que aquela noite acabasse e que tudo não passasse de um pesadelo. Eu estava a quebrar o que ao fim deste tempo todo tinha construído dentro de mim, um muro que mantia as emoções de parte e que agora soltava cá para fora sem o conseguir evitar. Acordei e chorei. Não era isto que eu queria e sofria de medo deste poder que emanava sobre mim. Por tudo isso, não consegui fugir da realidade solta e segui o meu sonho. O sonho que tornára tudo impossível.

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